Felicidade com Simplicidade
terça-feira, 29 de maio de 2012
E entram em cena o Teatro mágico, o Gelo Encantando e o Jazz Poético.
Maio, foi o mês da Harpas no Rio, uma pena que a maioria dos concertos foram no meio da semana.
Mas, como na cidade maravilhosa sempre tem coisas boas chegando. Junho vem aí, prometendo muita diversão, destaco aqui três estréias...
Festival Cena Brasil Internacional
Apresenta 22 espetáculos de teatro nacionais e internacionais.
Acontece: de 1º a 11º de junho.
No: CCBB
Preços populares: 3 a 6 reais
Página do evento: Cena Brasil
Disney on Ice - 100 anos de magia
Pela primeira vez no Brasil o espetáculo que leva para o gelo 60 personagens do universo Disney.
Acontece: de 06 a 10 de junho.
No: Maracananzinho.
Preços: de 80 a 200.
Página: Tickets for fun
BMW Jazz Festival 2012
Com nomes consagrados e recentes revelações, o festival contará com shows de nove atrações.
Acontece: 11 a 13 de junho
Preços:: de 60 a 120
No: Oi Casa Grande
Página: BMW Jazz 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Livro: A menina que brincava com fogo
No primeiro livro não achei o Mikael nada interessante, mas nesse segundo volume Mikael se revela um investigador da maior competência. Ganhou uns pontinhos.
Livro: Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Leonardo Gonçalves e a perfeição.
O clip da música Novo ficou assim:
terça-feira, 17 de abril de 2012
Paraty

Para quem gosta de aventura, Paraty é o roteiro certo. São inúmeras cachoeiras, praias, trilhas e parques naturais. Tem de tudo para todos os gostos.
Reserve o dia para as praias e cachoeiras e a noite fique pelo centro.
O centro histórico é uma graça. Vale a pena caminhar bem tranquilamente e fotografar cada canto. O mais interessante do centro é que de dia tudo é muito tranquilo, mas a noite ferve. São muitos restaurantes e bares com música ao vivo, aberto até altas horas.
Alguns passeios é possível fazer de van ou onibus, como Vila de Trindade. Os ônibus saem a cada hora da única rodoviária da cidade. Já as vans saem de um ponto mas distante, porém, é melhor não confiar em van pra voltar ao centro. Algumas cachoeiras só é possível de carro.

Esse hostel em particular é pago em doláres. E tem tantos turistas, que me senti fora do país.

Meu Rio de Janeiro lindo, tem de um tudo...
Cintia Masa
quinta-feira, 22 de março de 2012
"O que mais me preocupa é o silêncio dos bons"
...
Pode parecer absurdo, mas a mentira, a soberba, a inveja, a gula, a ganância, tudo isso é amplamente aceito entre os ditos cristãos da atualidade, enquanto a luxuria derruba ministérios entre nós, ditos evangélicos tupiniquins. Um narcisista, um perfeccionista, um homem que mente descaradamente e deturpa a Palavra em nome do progresso do Reino, tudo isso é bem aceito, e até tido atualmente como saudável prática administrativa. Nenhum ministério cai por conta disso.
A inveja, que se aproveita como carniceira da queda alheia também é vista como natural entre os que se dizem discípulos do Cristo, sem se dar conta que esse pecado é mais hediondo do que aquele considerado caído.
A ira, hoje em dia tão comum entre tantos pregadores, apologetas da fé e das teorias - não teologias – sobre versículos foras de contexto que justificam seus interesses pessoais e tantas vezes mesquinhos. Nunca, jamais, é tido como razão de baixar as portas de uma igreja.
Viver para o próprio ventre, sempre buscando apenas para si mesmo, essa glutonaria da alma, que combinada a avareza, lota esses salões de gente a procura de seu bilhete premiado do céu. Gente avarenta que só doa com a promessa de receber com juros, gente apaixonada por ter ao invés de ser, dizendo “Senhor, Senhor” mas sem parte nenhuma com Ele, povo preguiçoso que pede forças para poder folgar sobre os outros.
São medíocres por conta de sua preguiça de buscar a mente sadia que há no Espírito. Outro pecado capital, que desperta, no máximo, sorrisinhos complacentes entre os companheiros de caminhada ministerial.
Não me interessa aqui justificar erros alheios, meu Mestre já o faz na cruz em que verteu seu sangue.
Olham-me com estranheza quando vejo na igreja a possibilidade de irmandade, ter o carinho sadio que tenho por meus irmãos de sangue, e não de chamar irmão por ser costume entre crentes que esqueceram o nome do bendito cidadão que senta ao seu lado há anos e ninguém se dá ao trabalho de perguntar. Dessa forma, pode alguma alma compartilhar sua vida e confessar seus pecados uns aos outros?
São tempos confusos, não só para mim, mas para um povo que escolheu códigos morais convenientes às necessidades de sociedades injustas, e encaixa neles retalhos bíblicos para que pareçam inquestionáveis. Enquanto isso, a Igreja momentaneamente desaparece, para ressurgir em algum ponto de outro deserto, para que volte a ser sal da terra, luz do mundo, abrigo de pecadores sedentos de perdão e tão imperfeitos quanto qualquer um. Naquele dia, como vem sendo nos séculos dos séculos, se abraçarão em lágrimas, celebrando a liberdade da culpa que seus erros esmagavam.
Lá, o Cristo será desejável, e os pecados voltarão a não ser um recurso, uma moeda de medo, algo a ser usado por “companheiros de ministério” para impedir que um “templo” arrebanhe mais que outro.
Utopia? Chamaria isso de Igreja.
Extraído e completo no Genizah.
***
A cada dia me entristeço com a vista grossa que a igreja brasileira vem fazendo diante dos escalabros televisivos "gospel" que somos submetidos diariamente. Agora que a disputa por mais poder e influência está ficando acirrada a coisa descambou de vez.
Todo "crente" tem uma justificativa para a "arruda gospel", "toalhina-cheia-suor-santo" e etc. É sempre o famoso "pelo menos estão falando de Deus". Sinto muito, mas não estão não. Igreja não é supermercado, muito menos fast-food.
A coisa tá dificil e o que mais me assombra é que os bons não tem os mesmos megafones (tv, rádio) que esses ai tem... E o povo vai perecendo por falta de conhecimento. Como disse o mestre:
" O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!”.
Martin Luther King
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Florença e Bolonha
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Costa Amalfitana
Visitei poucas cidades da Costa. É tudo muito lindo e vale pena reservar um tempo bacana. Usando a cidade de Sorrento como base. Chega-se em Sorrento por Nápoles. Abaixo da Estação Central de Napoles fica a Estação Circumvenusiana, onde tomamos o trem para as cidades da Costa.
Acredito que a melhor oportunidade para conhecer Nápoles seja nos intervalos entre trens. Em minhas pesquisas não achei nada que valha a pena uma visita demorada a cidade, o que confirmei estando lá. Infelizmente a fama de Nápoles a precede. Não tem como caminhar tranquilamente.

O trem para Sorrento é precário. Não há a menor possibilidade de descansar, dormir ou coisa parecida. Mas a vista no geral é bem bonita. Então, disfarce o barulho como fones de ouvido e curta a paisagem.

Sorrento é uma graça. Chegar no mirante da cidade e dá de cara com aquela paisagem não tem preço.... (Ok, tem sim. Mas não falemos sobre isso. kkk)
De Sorrento é possivel tomar um barco para conhecer Capri. Que é uma das paisagens mais lindas que já vi.
Para terminar bem o dia é possivel ir a Positano de barco à partir Capri. Não fiz e me arrependo. Nessa altura da viagem já estava bem cansada. Por isso desisti de ir a Positano, mas acho que a paisagem a lá Grecia da cidade valem o esforço. Também é possivel ir de ônibus à partir de Sorrento.
*

No próximo post: Florença e Bolonha
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
A Simples Felicidade de um sorriso!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Dear blog
É que ando dedicando meus sonhos a meu também querido hobby e sonhando com uma Canon nova em folha, da familia SLR e uma lente extra-super-maxi potente.
Enquanto isso...
Eis a beleza simples de meu cenário, meu humilde e adorável palco: o frege quintal familiar Gonçalesco.
PS: Ando muuiiito inspirada pelas divagações "literáticas" de Nabokov...
sábado, 31 de dezembro de 2011
Retrospectiva Literária 2011

Ultimo dia do ano é dia de Retrospectiva Literária proposta pelo blog Pensamento Tangencial.
*** RETROSPECTIVA LITERÁRIA 2011 ***
O livro infanto-juvenil que mais gostei: O dia do Curinga - Jostein Gaarder. Esse foi o primeiro livro que li do autor. Adorei e já estou com mais 3 do autor na estante.

A aventura que me tirou o fôlego: Sem dúvidas. Jogos Vorazes - Suzanne Collins
O romance que me fez suspirar: Não li nada no estilo Nicolas Sparks, mas como "sofri" com as reviravoltas de Orgulho e Preconceito.
A saga que me conquistou: Fui atraída pela capa, mas fui completamente conquistada por Calafrio de Maggie Stiefvater. Agora é esperar a continuação.
O clássico que me marcou: Jane Eyre de Charlote Brönte
O livro que me fez refletir: Muitos. Mas a Ilha sob o mar de Isabel Allende foi uma surpresa. Os livros do Jostein Gaarder e CS Lewis sempre me impactam de tal forma que não paro de pensar por semanas.
O livro que me fez rir: Ri muito com O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams. Mas apenas os volumes 1,2 e 3. Depois disso acho que o Douglas perdeu um pouco do "Humor maluco" dos primeiros volumes.
O livro que me fez chorar: A caminho do poço de lágrimas de Andre Vianco.

O melhor livro de fantasia: O Guia do Mochileiro das Galáxias, apenas os volumes. 1, 2 e 3. de Douglas Adams.
O livro que me decepcionou: O morro dos ventos uivantes de Emily Brönte. Achei tão sombrio e triste. Mas acho que fui influenciada pelo tema romance e devo ler novamente sem pré-conceito.
Agora a saga Fallen realmente é muito ruim, sem a menor sombra de dúvida. Até gostei do Fallen e o Tormenta achei suportavél, mas Paixão é terrível e saber que ainda terá mais livros é demais para mim.
O livro que me surpreendeu: Rumo ao Farol e Mrs. Dalloway de Virginia Woolf.
A frase que não saiu da minha cabeça:
"As pessoas ficariam malucas se os astronautas descobrissem um outro planeta vivo...pena que o seu próprio planeta não consiga tirá-las dos eixos." Jostein Gaarder em O dia do Curinga.
O(a) personagem do ano: Elizabeth Bennet.
O casal perfeito: A combinação é perfeita: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy.
O(a) autor(a) revelação: Quero muito ler A bandeja de Lycia Barros, a autora foi muito recomendada, acho que foi a revelação de 2011.
O melhor livro nacional: Não li nada nacional, mas na minha estante Mario Quintana está aguardando. E recentemente li trechos de Martha Medeiros e adorei.
O melhor livro que li em 2011: A Ilha Sob o Mar de Isabel Allende. O primeiro que li da autora e fiquei muito impressionada.
A minha meta literária para 2012 é: É diversificar ainda mais. Conhecer autores nacionais. Ler um pouco mais e melhor que 2011.








